terça-feira, 17 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Seminário Turismo & desenvolvimento local: O Desafio dos Empreendimentos Econômicos Solidário em Búzios & Paraty
Esse
seminário contou com a presença de entidades do poder público e
empreendimentos populares ligados a cadeia produtiva do turismo e teve
como objetivo realizar o intercâmbio e a articulação entre os
empreendimentos do município de Búzios com os empreendimentos do
município de Paraty, como também promover a articulação entre os
gestores públicos ligados ao turismo dos municípios mencionados acima.
Como encaminhamento deste encontro está sendo elaborada uma carta de
princípios com as propostas e directrizes sobre o que foi debatido neste
encontro. O conteúdo destas propostas e directrizes rege-se pelos
princípios do cooperativismo o e economia solidária e as sua interface
com o turismo. Após a conclusão da carta, a mesma será encaminha para os
poderes públicos.
Foto: retirada do site Comunica Búzios
Como encaminhamento deste encontro está sendo elaborada uma carta de princípios com as propostas e directrizes sobre o que foi debatido neste encontro. O conteúdo destas propostas e directrizes rege-se pelos princípios do cooperativismo o e economia solidária e as sua interface com o turismo. Após a conclusão da carta, a mesma será encaminha para os poderes públicos.
terça-feira, 27 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Parceria entre Secretaria de Meio Ambiente e Cooperativa de Catadores de Materiais Reciclaveis sera oficializada no dia 23-03-2012
A prefeitura de Búzios, através da secretaria municipal de Meio Ambiente e Pesca está implantando, em parceria com a Cooperativa de Catadores de Recicláveis (COCARE), o Programa de Coleta Seletiva Solidária, em busca do desenvolvimento sustentável da Cidade, preservando o Meio Ambiente e gerando novas fontes de renda para várias famílias; a parceria será oficializada no próximo dia 23 deste mês. Face a este programa, também haverá intervenção para adequação e reativação das instalações na Usina de Reciclagem, localizada na Baia Formosa. O número de Eco Pontos distribuídos (como são chamados os recipientes que recolhem o lixo reciclável), trouxeram um resultado satisfatório,segundo a Coordenadora do Projeto de Coleta Seletiva Solidária Daniela Mazieri, da secretaria municipal de Meio Ambiente e Pesca.
Eletro-hidráulica, adquirida pela cooperativa, com os alumínios e plásticos recicláveis ao fundo e abaixo no depósito da cooperativa no Bairro São José O Eco Ponto já instalado em caráter experimental, num total de dez pela Cidade: população se adequou ao novo modelo de coleta. Mais dez serão instalados em locais diferentes e gradativamente outros serão distribuídos - Os Eco Pontos foram colocados pelo município em vários locais em caráter experimental e mostraram que a população se adequou ao novo modelo de coleta. Colocamos dez inicialmente, e mais dez serão instalados em locais diferentes e gradativamente mais pontos serão distribuídos em toda a Cidade até atender definitivamente a demanda- disse Daniela Mazieri. Segundo Ivan Vasconcelos, da COCARE, a coleta de lixo seletivo se iniciou em Búzios no ano de 2005, de forma informal, quando ele próprio fazia este trabalho de recolhimento. Hoje, ele e o catador Rogério Augusto da Silva, fundaram a cooperativa que conta com 22 catadores cadastrados, cujo trabalhado tem contribuído para a inclusão no processo da reciclagem em todos os âmbitos da sociedade. -Esta parceria entre prefeitura e cooperativa será pioneira no Rio de Janeiro. Até algum tempo atrás o lixo era dividido em plásticos, papel, metal, vidro e o lixo comum. Hoje, neste processo que implantamos em Búzios, temos dois tipos de lixo: o lixo que se recicla e o lixo que tem que ir para os aterros sanitários, que não se aproveita. O trabalho de separação fica por conta da cooperativa, daí, ocupamos menos espaços nos locais em que recolhemos os recicláveis, facilitando para quem vai retirar o lixo de casa e levar até ao Eco Ponto - disse Ivan. A preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias, que fazem toda a diferença. Uma das mais importantes é a reciclagem do lixo. O motivo é simples de entender. Nos dias de hoje, quem vive em áreas urbanas produz um numero elevado de lixo. Aí se incluem materiais que são tirados da natureza, como papéis, plástico, vidro e alumínio, e podem muito bem ser reaproveitados, em vez de serem simplesmente jogados em aterros sanitários e se transformar em poluição. Para contribuir com as pessoas responsáveis pela coleta deste lixo, é aconselhável que os moradores sempre que for possível, coloquem o lixo reciclável em sacos plásticos.
Página 10 Sábado, 17 de março de 2012
JORNAL PRIMEIRA HORA
Bruno Almeida
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Lixo – o que podemos fazer diante desse problema?
A produção de resíduos é inerente à
condição humana. Cada pessoa produz cerca de 300 quilos por ano e como
um processo inexorável, tornou-se um problema de difícil resposta, que
exige a reeducação e comprometimento do cidadão. O que acontece com o
lixo depois que é jogado na lixeira? O que se faz com as toneladas de
lixo recolhido diariamente?
O tempo que a natureza leva para decompor alguns dos produtos...
Papel: de 3 a 6 meses;
Pano: de 6 meses a 1 ano;
Filtro de cigarro: 5 anos;
Chiclete: 5 anos;
Madeira pintada: 13 anos;
Nylon: mais de 30 anos;
Plástico: mais de 100 anos;
Metal: mais de 100 anos;
Borracha: tempo indeterminado;
Vidro: 1 milhão de anos.
Papel: de 3 a 6 meses;
Pano: de 6 meses a 1 ano;
Filtro de cigarro: 5 anos;
Chiclete: 5 anos;
Madeira pintada: 13 anos;
Nylon: mais de 30 anos;
Plástico: mais de 100 anos;
Metal: mais de 100 anos;
Borracha: tempo indeterminado;
Vidro: 1 milhão de anos.
Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção reduzindo
o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando
os materiais recicláveis para a coleta seletiva.
O que pode ser feito:
A maior parte do que jogamos fora não é sujo, fica sujo depois de
misturado. Separando os materiais que podem ser reciclados, a quantidade
de lixo a ser coletado é muito menor.
Embalagens: ao comprar qualquer produto, não utilize várias embalagens (caixa + sacolinha + embrulho + sacolão + fitinha + etc). Não desperdice!
Embalagens: ao comprar qualquer produto, não utilize várias embalagens (caixa + sacolinha + embrulho + sacolão + fitinha + etc). Não desperdice!
Reciclagem – uma alternativa
Cerca de 50% de todo material descartado como lixo pode ser recuperado
como matéria-prima, sendo reutilizado na fabricação de um novo produto.
Quando pensamos na questão do lixo, o mais difícil de equacionar, e o que vai demandar maior pesquisa, é a destinação. Afinal de que adianta separar se não conhecemos o processo como um todo? Para onde vai o nosso lixo depois que o lixeiro passa? Há alternativas? O que fazer com o lixo separado? As alternativas de destinação atuais são ambientalmente satisfatórias? Como poderia melhorar? O que eu posso fazer? Essas são as perguntas que precedem qualquer iniciativa relativa a lixo. Elas devem ser o fio condutor tanto de um trabalho escolar quanto de uma proposta de logística. Afinal, se queremos participar devemos conhecer a fundo o processo de nossa cidade. Essas perguntas nos instrumentalizam para a mudança com os pés no chão.
Não existem respostas universais. Dessa forma, não existe um sistema de coleta seletiva que possa ser considerado universal e aplicável a toda e qualquer situação. Cada caso é um caso, cada cidade tem a sua peculiaridade e as questões condicionadas devem ser minuciosa mente estudadas antes de escolhermos este ou aquele desenho de logística de coleta seletiva.
Os Catadores juntam papel, plástico, alumínio (latas), ferro e vidro preferencialmente, vendendo-os para as COOPERATIVAS Isso ajudou por um lado, mas complicou por outro, pois a população desejosa em colaborar para a reciclagem de lixo e de separar o lixo para os Catadores Cooperativos, só podem ajudá-los levando para o depósito mais próximo ou ECOPONTO para o lixo ser separado. Transportar o seu lixo reciclável é o que todos os países civilizados fazem, porém o fazem a pé. Se você trabalha em um escritório que produz grande quantidade de lixo papel, por exemplo, ligue para a Cooperativa mais próxima para ver se é possível combinar uma freqüência de recolhimento.
Quando pensamos na questão do lixo, o mais difícil de equacionar, e o que vai demandar maior pesquisa, é a destinação. Afinal de que adianta separar se não conhecemos o processo como um todo? Para onde vai o nosso lixo depois que o lixeiro passa? Há alternativas? O que fazer com o lixo separado? As alternativas de destinação atuais são ambientalmente satisfatórias? Como poderia melhorar? O que eu posso fazer? Essas são as perguntas que precedem qualquer iniciativa relativa a lixo. Elas devem ser o fio condutor tanto de um trabalho escolar quanto de uma proposta de logística. Afinal, se queremos participar devemos conhecer a fundo o processo de nossa cidade. Essas perguntas nos instrumentalizam para a mudança com os pés no chão.
Não existem respostas universais. Dessa forma, não existe um sistema de coleta seletiva que possa ser considerado universal e aplicável a toda e qualquer situação. Cada caso é um caso, cada cidade tem a sua peculiaridade e as questões condicionadas devem ser minuciosa mente estudadas antes de escolhermos este ou aquele desenho de logística de coleta seletiva.
Os Catadores juntam papel, plástico, alumínio (latas), ferro e vidro preferencialmente, vendendo-os para as COOPERATIVAS Isso ajudou por um lado, mas complicou por outro, pois a população desejosa em colaborar para a reciclagem de lixo e de separar o lixo para os Catadores Cooperativos, só podem ajudá-los levando para o depósito mais próximo ou ECOPONTO para o lixo ser separado. Transportar o seu lixo reciclável é o que todos os países civilizados fazem, porém o fazem a pé. Se você trabalha em um escritório que produz grande quantidade de lixo papel, por exemplo, ligue para a Cooperativa mais próxima para ver se é possível combinar uma freqüência de recolhimento.
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